R E L I G A R E


12/04/2014


 - Rádio Musical - 

http://www.grandefraternidadebranca.com.br/index2.htm

 

Escrito por Castelani às 10h44
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05/04/2014


LIMPEZA DE ENERGIAS NEGATIVAS

 

 

"EU ordeno a RETIRADA de minha mente de crenças, conceitos, pensamentos, imagens, frases, pessoas negativas e TUDO que me limitou até aqui em meu crescimento moral, pessoal e financeiro.

Se há algum inimigo, encarnado ou desencarnado querendo me atingir, seja repreendido neste momento, pq na minha vida não há lugar para eles. Abençoe, abençoe, abençoe!

Coisas maravilhosas chegam a minha vida neste momento, neste dia e pela eternidade.

Eu conquisto os meus objetivos com facilidade.

Vivo minha vida com calma, serenidade e harmonia comigo e com todo o universo.

Agradeço tudo que sou e tudo que tenho. Sei que o Poder Divino é ilimitado e que Deus está comigo em todos os lugares. 

Reconheço que sou um espírito em constante movimento de evolução.Escolho agora meu progresso físico, mental, emocional e espiritual e agradeço por meu estado de bem-aventurança.

Sou feliz porque consigo sempre o que preciso e em abundancias.

DENTRO DE MIM ESTÃO QUALIDADES, COMPETÊNCIA E INTELIGÊNCIA QUE ME FAZEM A VIDA FELIZ, REALIZADA E AMPLA. sUPERO QUALQUER TIPO DE OBSTÁCULO. 

DIANTE DE MIM SE DESENHA UM FUTURO DE MUITA AÇÃO, CONSTRUÇÃO E ALEGRIA.
AS OPINIÕES DOS OUTROS SÃO MULETAS. QUEM TEM PERNAS FORTES, COMO EU, NÃO PRECISA DE MULETAS.

SURPRESAS MARAVILHOSAS CHEGAM AGORA EM MINHA VIDA.

É MARAVILHOSO COMO EM TODOS OS MOMENTOS ESTOU MAIS FELIZ

OBRIGADO OBRIGADO OBRIGADO!!"


OBS. faça durante 7 dias, se falhar algum dia, recomece.

Se sentir-se mal ou turbulências, mantenha a calma, são limpezas energéticas!

Escrito por Castelani às 18h13
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11/09/2013


"O SEGREDO DA ATRAÇÃO "

 Texto do livro O caminho para o amor Autor: Deepak Chopra

 

"O romance se separa de todas as outras formas de amor devido à intensidade da felicidade."


Qualquer criatura capaz de reproduzir-se com outra de sua espécie deve sentir atração, mas os humanos são únicos, pois podemos ver significado em nossa atração. Portanto existe uma grande diferença entre apaixonar-se inconscientemente, como se atingido por um raio, e conscientemente abraçar o dom do amor com o conhecimento pleno de que é isso que nossa alma anseia, aquilo pelo que você vive, o que será mais importante em sua vida.

Na Índia antiga, o êxtase do amor era chamado de Ananda, felicidade ou consciência beatífica. Os antigos videntes diziam que os humanos tinham sido feitos para participar desse ananda todo o tempo. Como citei anteriormente, um verso famoso dos Vedas declara sobre a humanidade: "No deleite foram concebidos, no deleite eles vivem, para o deleite retornarão." Ananda é muito mais do que prazer, até mesmo o mais intenso prazer erótico. É um terço da fórmula para a verdadeira natureza do espírito humano, descrita pelos Vedas como Sat Chit Ananda, ou eterna consciência beatífica.

Como veremos, o caminho para o amor termina com a realização plena dessa simples frase. Saté a verdade eterna sustentando toda a existência; quando sat está totalmente estabelecida, não há mal ou sofrimento, porque não há nada separado da unidade.

Chit é a consciência dessa unidade; é a plenitude da paz que não pode de modo algum ser perturbada pelo medo. Ananda é a felicidade suprema de estar nesta consciência; é a beatitude imutável que todos os vislumbrantes do êxtase pretendem ser. O caminho do amor nos leva ao conhecimento pleno de todos os três aspectos sem dúvidas. Mas o que nós provamos com mais freqüência aqui na terra é o último - ananda - na alegria da paixão.

O romance se separa de todas as outras formas de amor devido à intensidade da felicidade.

Duas pessoas que se encantam uma pela outra experimentam uma revolução no mais profundo de seus seres a partir da súbita descoberta de que a beatitude surgiu. Os mestres espirituais nos dizem que nascemos na beatitude, mas essa condição é obscurecida pela atividade caótica da vida cotidiana. Abaixo do caos, contudo, estamos tentando encontrar ananda novamente; todas as alegrias menores são pequenas gotas, enquanto ananda é o oceano.

As compreensões que se aplicam a essa fase crescem a partir do nosso desejo de encontrar a beatitude:

A beatitude é natural na vida, mas uma vez que nós a tenhamos encoberto, precisamos procurá-la nos outros.

A dor do anseio é uma máscara para o êxtase da beatitude.

A beatitude não é um sentimento, mas um estado do ser.

No estado de beatitude, tudo é amado.

Escrito por Castelani às 16h28
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Nossa ânsia de voltar à beatitude é um dos motivos por que apaixonar-se nunca é acidental. Todos nós temos o conhecimento subconsciente do que o amor pode fazer à psique. Uma pessoa isolada, cheia de frustração e solidão, é subitamente transformada, tornada completa além do poder de explicação da razão. No lugar da ansiedade e da dúvida, surge o êxtase. De acordo com o Novo Testamento,

"Não há medo no amor; mas o amor perfeito afasta todo o medo."

Este senso beatífico de estar num lugar de paz e segurança enquanto duram os estágios iniciais do romance, apesar dos altos e baixos emocionais que se seguem inevitavelmente.

No entanto, ananda é muitas vezes a última coisa que pensamos que vamos encontrar, porque antes de nos apaixonarmos, existe um período de intenso anseio. Esse estado é o negativo do romance, mas também é seu verdadeiro início, pois sem a separação e o anseio, não pode haver atração. Para encontrarmos a felicidade, temos que começar onde a felicidade não está presente. Em nossa sociedade, não é difícil achar esse lugar.


A BUSCA ANSIOSA

A atração depende de encontrar alguém para amar, ou que alguém encontre você, e aqui começa as dificuldades. Se nada é mais excitante do que se apaixonar, do mesmo modo nada parece despertar um medo maior. Uma busca constante e ansiosa pelo relacionamento parece assombrar toda a nossa sociedade.

Somos inundados com imagens de atração romântica, no entanto, ironicamente, a coisa verdadeira parece muito fugidia, e quanto mais pesadamente nossa televisão e filmes exageram no charme sedutor, mais dificilmente as pessoas parecem entender o que o amor realmente é.

A sensação de apaixonar-se não é difícil de descrever. Ela foi comparada com mil deleites, da doçura do mel à fragrância da rosa. Suas imagens são infinitas, e estamos cercadas por elas, como se a imensidão total fosse de algum modo resolver nossa insegurança subjacente. Quando o romance finalmente aparece, contudo, ele é mais embevecedor do que qualquer imagem empacotada, porque o romance destila amor e desejo, anseio e terno sofrimento, a alegria do toque de um único momento e a agonia da separação de um único momento.

Tudo isso nós sabemos, mas o conhecimento fez pouco para dispersar o sentimento ansioso de que o amor nunca vai chegar, que não somos as pessoas certas de alguma forma, e que portanto não merecemos o impressionante dom chamado de paixão. A maioria de nós sai à procura do amor levado por duas forças psicológicas poderosas; a fantasia do romance ideal e um medo de que não o encontraremos e nunca sejamos amados.

Esses dois impulsos são auto-sabotadores, embora de maneiras diferentes. Se você levar consigo uma fantasia idealizada de como deveria ser o amor, vai perder a coisa real quando ela cruzar o seu caminho. O amor real começa com interações cotidianas que possuem a semente da promessa, não com o êxtase total. A semente é fácil de ser ignorada, e nada nos cega mais em relação a ela do que imagens mentais e fixas.

Do mesmo modo, se você for aí num estado de ansiedade, perguntando-se se alguém vai escolhe-lo ou escolhe-la para amar, nunca vai se tornar atraente para quem quer que seja, pois nada mata o romance mais rápido do que o medo.

Lutar para ser atraente é só outra forma de desespero, que os outros vêem, por mais que você lute para disfarçar. Porém, tão forte é nosso condicionamento social, que são gastos bilhões de dólares a mais em cosméticos, moda e cirurgia plástica do que na psicoterapia, por exemplo, apesar do fato de que trabalha suas neuroses tornaria as pessoas muito mais atraentes do que uma figura elegante ou roupas na moda.

Apesar da sua natureza auto-sabotadora, essas duas motivações - a fantasia e o medo - são a base para a maioria de nós quando buscamos o amor. Levados por elas, os homens e as mulheres abordam o romance com comportamentos que nunca poderão trazer o que esperam alcançar. Todas essas táticas se criam de tanto escutarmos uma voz interior que nos deixa obcecados com o amor e direciona nossa busca, muito embora seja uma voz desprovida de amor. A maioria desses comportamentos fúteis parecerá extremamente família:

· Comparamo-nos constantemente com um ideal que nunca poderemos realizar. A voz interior sem amor nos impulsiona dizendo "você não é bom o bastante - magro o bastante, bonito o bastante, suficientemente feliz ou seguro".

· Procuramos a aprovação nos outros. Esse comportamento basicamente projeta nossa insatisfação interior conosco, na esperança de que alguma autoridade externa a retirará de nossas almas. Aqui a voz interior sem amor está dizendo "não faça nenhum movimento até que a pessoa certa apareça". (A pessoa certa neste caso é algum personagem de contos de fadas que vai transformar o patinho feio num cisne.) Sendo uma ficção impossível, a pessoa certa nunca chega.

Escrito por Castelani às 16h23
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· Deduzimos que apaixonar-nos é algo totalmente mágico, algo que vem do nada aleatoriamente, geralmente quando menos esperamos. Muitas pessoas esperam passivamente que essa magia apareça. Embora disfarçada como esperança, essa passividade é na verdade uma forma de desesperança, pois a voz interior sem amor está dizendo "não há nada que você possa fazer, a não ser esperar para ver se alguém ama você ". A crença subjacente aqui é que não temos a menor possibilidade de merecer o amor - não o amor apaixonado e realizador dos nossos sonhos. A esperança de que alguém nos procure e nos dê amor é uma abdicação de nossa capacidade de criar nossas próprias vidas.

· Finalmente, contamos com o amor para remover os obstáculos que o mantém afastado. Todos os tipos de comportamentos não amorosos teriam a permissão de persistir, com a presunção de que nos tornaremos afetuosos, abertos, confiantes e íntimos através de um simples toque da varinha mágica do amor. A voz interior sem amor nos mantém na inércia total dizendo "não importa como você trata todas essas pessoas. Afinal de contas, elas não amam você e, quando a pessoa ideal aparecer, essas pessoas importarão ainda menos". A crença subjacente, nesse caso, é que podemos escolher quem vamos amar, deixando os rejeitados num limbo de indiferença.

Podemos encontrar outra maneira de abordar o romance, sem fantasia ou medo, sem escutar a voz assustadora dentro de nós mesmos que encontra uma maneira de afastar o amor?


"PARA AMAR, SEJA AMÁVEL"

Podemos começar, não podemos continuar confinando o romance a um estado emocional;temos que redefini-lo como uma entrega ao mistério do nosso próprio espírito - sat chit ananda - pois, por baixo da turbulência de emoções é que está o romance. É um estado em que nosso relacionamento primário não é com o ser amado, mas com o nosso Eu Superior. O romance, portanto, começa quando podemos mostrar nossa alma para outra pessoa.


O segredo de ser atraente, se consultarmos os registros passados da experiência humana, é notavelmente simples. É resumido num aforismo do poeta latino Ovídio, que afirmou: "para amar, seja amável". Uma pessoa amável é alguém que é natural, tranqüilo consigo mesmo, irradiando a humanidade simples e sem afetações que torna qualquer um verdadeiramente atraente.

Às vezes, contudo, as soluções mais simples são as mais difíceis de alcançar. As pessoas ficam presas na busca ansiosa pelo amor precisamente porque não se sentem amáveis. A condição primordial que permitiria o romance está ausente. É triste dizer, mas muitos de nós nunca nos sentimos dignos do amor, nem na infância, quando tínhamos pouquíssimas defesas contra o amor e portanto, poderíamos nos aproximar dele com a inocência mais espontânea. Uma criança que não pede facilmente afeição e atenção, que não floresce quando elas são oferecidas, ou que vive com seus apelos ignorados, foi privada da própria essência da infância.

Até mesmo aqueles dentro de nós que fomos amados adequadamente na infância e portanto que estamos em contato em nossa capacidade de sermos amados, sentimos que é incrivelmente difícil trazê-la à tona no clima social da atualidade.

Ser amável não é uma qualidade superficial; é uma qualidade do espírito. Ananda não pode ser destruída, só encoberta. No final, se você se vê como um espírito, não importa que condicionamento ocorreu no passado, se você teve sorte suficiente para ser criado com valores amorosos ou o azar de ter sido desencorajado e forçado a sentir-se feio e sem valor.

Lembre-se: em nosso ser mais íntimo, somos todos completamente adoráveis porque o espírito é amor. Além do que qualquer um possa fazer você pensar ou sentir quanto a si mesmo, seu espírito não-condicionado está de pé, brilhando com um amor que nada pode manchar.

Se ser amável é realmente o segredo para a atração, então não há necessidade de uma busca ansiosa, porque seu próprio ser, que nunca pode ser perdido, não precisa ser encontrado. Todo o processo fútil de tornar-se atraente para os outros, de esperar constantemente a resposta de outra pessoa, de comparar-se desesperadamente a uma imagem ideal pode chegar ao fim. O único requisito é uma mudança na percepção, pois aqueles que não podem encontrar o amor se percebem como indignos do amor. Isso não é verdade, mas eles fazem com que pareça verdade ligando sua percepção a um poderoso sistema de crenças.

O que cria o romance é a capacidade de ver a si mesmo como digno do amor.

Essa alteração na percepção acontece não alterando quem você é, mas vendo quem você é e passando isso luminosamente adiante. Se você fosse capaz de exibir toda a grandeza de seu ser, toda a sua vida seria um romance, uma longa história de amor dedicada ao êxtase e à alegria. Rumi coloca essa idéia de uma maneira elegante quando declara,

"Por Deus, quando você enxerga sua beleza 
Será seu próprio ídolo."

Nada é mais belo do que a naturalidade. Só ela contém o mistério e a atração que despertam o romance. Tentar ser atraente cosmeticamente não é a questão, pois estamos falando de autenticidade.

Todos nós ambicionamos imagens de pessoas intensamente desejáveis, geralmente astros e modelos que ganham a vida parecendo ser desejáveis. Na realidade, contudo, eles provavelmente são extremamente inseguros quanto à sua sedução, já que seu valor está sujeito aos caprichos de um público que nunca encontraram. Aspirar a essas imagens é aspirar a ser algo que você não é.

Quanto mais longe você está da imagem desejada, mais duramente precisa suprimir quem você realmente é. A tendência é tornar-se cada vez mais inautêntico, até que, caso tenha "sucesso" em tornar-se tão desejável quanto sua imagem, terá jogado fora o que é mais desejável em você - seu único e multifacetado.

Este ser não corresponde a uma única imagem, feia ou bela, desejável ou indesejável, porque expressa a mutável e cambiante luz da vida. Esta luz é totalmente ambígua. Seu ser contém sombras e pistas de significado; é misterioso até o âmago.

Para ser autêntico, você precisa ser tudo que realmente é, sem omitir nada. Dentro de todos existe luz e sombra, bem e mal, amor e ódio. O jogo desses opostos é o que constantemente faz a vida avançar; o rio da vida se expressa em todas as suas alterações, de um oposto ao outro. Se você puder verdadeiramente abraçar esses opostos dentro de si, será autêntico, e à medida que sua auto-aceitação se expandir até que não haja nada de que se envergonhar, nada a esconder, sua vida assumirá a generosidade e o calor que marca todo grande amante.

Ser desejável significa estar confortável com sua própria ambigüidade.

A suprema ambigüidade que cada um de nós expressa não é que possamos ser bons ou maus, amorosos ou sem amor, mas que somos espírito e carne ao mesmo tempo. Nada pode ser mais ambíguo do que isso, ou mais atraente.

Texto do livro
O caminho para o amor
Autor:
Deepak Chopra

 

Extraído de: http://www.velhosamigos.com.br/Autores/Deepak/deepak27.html

Escrito por Castelani às 16h21
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15/04/2013


PAI NOSSO em Aramaico (original)

 

 

" Pai-Mãe, respiração da Vida,

Fonte do som, Ação sem palavras, Criador do Cosmos !

Faça sua Luz brilhar dentro de nós, entre nós e fora de nós

para que possamos torná-la útil.

Ajude-nos a seguir nosso caminho

Respirando apenas o sentimento que emana do Senhor.

Nosso EU, no mesmo passo, possa estar com o Seu,

para que caminhemos como Reis e Rainhas

com todas as outras criaturas.

Que o Seu e o nosso desejo, sejam um só,

em toda a Luz, assim como em todas as formas,

em toda existência individual, assim como em todas as comunidades.

Faça-nos sentir a alma da Terra dentro de nós,

pois, assim, sentiremos a Sabedoria que existe em tudo.

Não permita que a superficialidade e a aparência das coisas do mundo nos iluda,

E nos liberte de tudo aquilo que

impede nosso crescimento.

 

Não nos deixe ser tomados pelo esquecimento

de que o Senhor é o Poder e a Glória do mundo,

a Canção que se renova de tempos em tempos

e que a tudo embeleza.

 

Possa o Seu amor ser o solo onde crescem nossas ações.

 

Que assim seja !!!

fonte:  http://giseleterapia.no.comunidades.net/index.php?pagina=1969960952

 

Escrito por Castelani às 15h24
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06/03/2013


 

ORAÇÃO KAHUNA DO PERDÃO

Buscando eliminar todos os bloqueios que atrapalham minha evolução, dedicarei AGORA alguns momentos para “PERDOAR”.

A partir deste momento, eu perdôo todas as pessoas que, de alguma forma, me ofenderam, me machucaram ou me causaram alguma dificuldade desnecessária.

Perdôo sinceramente quem me rejeitou, me entristeceu, me abandonou, me humilhou, me amedrontou ou me iludiu.

Perdôo, especialmente, quem me provocou, até que eu perdesse a paciência e acabasse reagindo agressivamente, para depois me fazer sentir vergonha, culpa, ou simplesmente, sentir inadequada.

Reconheço que também fui responsável por estas situações, pois muitas vezes confiei em indivíduos negativos, escolhi usar mal minha inteligência e permiti que descarregassem sobre mim suas amarguras, suas histórias, seus traumas e seu mau humor.

Por tempo demais suportei tratamento indigno, humilhações, medo, grosserias e desamor, perdendo muito tempo e energia, na tentativa de conseguir um bom relacionamento com essas criaturas.

Agora, me sinto livre da necessidade compulsiva de sofrer e livre da obrigação de conviver com pessoas e ambientes que me diminuem e, principalmente, destas pessoas que se sentem incomodadas com a minha presença e a minha luz.

Iniciei, agora, uma nova etapa na minha vida em companhia de gente mais positiva, cheia de boas intenções, gente amiga, que se preocupa em ser saudável, alegre, próspera e iluminada. Gente preocupada em melhorar a qualidade de vida - não só a nossa, mas de todo o planeta.

Queremos compartilhar sentimentos nobres, aprendendo uns com os outros e nos ajudando mutuamente, enquanto trabalhamos pelo nosso progresso material e nossa evolução espiritual sempre procurando difundir nossas idéias de unidade, de paz e de amor.

Procurarei valorizar sempre todas as conquistas que fiz e o amor que tenho em mim, evitando todas queixas desnecessárias, que me seguram nesta freqüência, de onde já consegui sair.

Se, por um acaso, eu tornar a pensar nestas pessoas com quem ainda tenho dificuldade de convivência, lembrarei que elas todas já estão perdoadas.

Embora eu não me sinta na obrigação de trazê-las novamente para minha intimidade, eu o
farei, se elas demonstrarem interesse em entrar em sintonia.

Agradeço pelas dificuldades que elas me causaram, pois isso me desafiou e me ajudou a evoluir, do nível humano comum, a um nível de maior amor e compaixão, maior consciência, em que procuro viver hoje.

Quando eu tornar a lembrar destas pessoas que me fizeram sofrer, procurarei valorizar suas qualidades e também liberá-las, pedindo ao Criador que também as perdoe, evitando que elas sofram pela lei de causa e efeito, nesta vida ou em outras.

Também compreendo as pessoas que rejeitaram meu amor e minhas boas intenções, pois reconheço que é um direito de cada um, não poder ou não querer corresponder ao meu amor.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *


Agora, sinceramente, peço perdão a todas as pessoas a quem, de alguma forma consciente ou inconsciente, magoei, prejudiquei ou fiz sofrer.

Analisando o que fiz ao longo da minha vida, sei que minhas intenções foram boas, embora nem sempre tenha acertado e que, estas coisas que fiz de bom, são suficientes para resgatar a dor do meu aprendizado, ainda deixando um saldo positivo ao meu favor.

Sinto-me em paz com minha consciência e, de cabeça erguida, respiro profundamente.......... prendo o ar............ e me concentro para enviar uma corrente de energia destinada ao meu EU SUPERIOR.

Ao relaxar, minhas sensações revelam que este contato foi estabelecido.

 


* * * * * * 

Agora, dirijo uma mensagem de fé, ao meu EU SUPERIOR, pedindo orientação, proteção e ajuda para a realização, de um modo acelerado, de um projeto muito importante que estou mentalizando e para o qual estou trabalhando com dedicação e amor. ( ...citar o projeto... ) e que será, com certeza, para o bem maior de todos os envolvidos.

Também peço que minha fé seja firme e que eu possa, cada vez mais, tornar-me um canal, uma conexão permanente com os Seres de Luz, desenvolvendo todos os potenciais que possam facilitar esta comunicação. Que eu perceba todas as respostas às minhas perguntas e dúvidas, reconhecendo os sinais claros que estiver recebendo, sempre protegida e amparada pelo Universo.

Agradeço, de todo o coração, a todas as pessoas que me ajudaram e me comprometo a
retribuir trabalhando para o bem do próximo, para sua alegria, seu bem-estar, atuando como agente catalisador de harmonia, entendimento, saúde, crescimento, entusiasmo, prosperidade e auto-realização.

Tudo farei sempre em harmonia com as leis da natureza e com a permissão do nosso Criador eterno e infinito que sinto como único poder real, atuante dentro e fora de mim.


ASSIM SEJA E ASSIM SERÁ

 

Escrito por Castelani às 12h16
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09/02/2013



  Para quem quer ir mais a fundo:


O filme:
http://www.youtube.com/watch?v=aKUf5n5kwiU

A entrevista:
http://www.youtube.com/watch?v=e-aDYAezrps

Escrito por Castelani às 16h17
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17/01/2013


 

COMO CONVIVER COM PESSOAS TÓXICAS E SAIR LEVE DESSES ENCONTROS


(o que a autora deste texto chama de pessoas tóxicas, os ensinamentos
dos Mestres Ascensos chamam de pessoa dominada pelo eu inferior, ou
morador do umbral... reconhecer este tipo de pessoa é muito importante
para que possamos seguir no caminho da luz... reconhecer esta toxidade
em nós, mesmo que parcial ou, momentânea, também é um excelente
primeiro passo.... O eu inferior não domina a pessoa em um só dia,
mas, dia a dia, vai ganhando força, até que não se reconhece mais luz
alguma na pessoa, apenas negativismo ... Paulo Simões)

As pessoas tóxicas jogam jogos para roubar a energia que você tem de
utilizar para realizar seus sonhos e metas, assim como para viver em
harmonia consigo mesmo e com os demais tirando a paz, que é sua por
direito, de experienciar e viver.

As pessoas tóxicas, não sabem que são tóxicas - estão doentes e
adoecem aos demais, porem não tem consciência de seu grau de
toxicidade.

As pessoas tóxicas falam o tempo todo, não valorizam o silêncio, a
meditação, a oração - não podem faze-lo porque, como tóxicos,
necessitam desesperadamente da energia que você proporciona para que
suas vidas possam ter algum sentido e, se você joga o jogo, elas se
energizam às suas custas e você cairá completamente desfalecido devido
a um intercâmbio energético completamente inadequado e inútil, para a
evolução e crescimento pessoal de todos os envolvidos.

Você saberá se está com pessoas tóxicas quando a conversa se baseia em
desqualificar, criticar, aberta ou sutilmente, as pessoas presentes ou
ausentes, de tal forma a minar a autoestima e o valor da pessoa, pelo
menos para o conceito e forma de ver a vida do outro que, obviamente,
não coincide de maneira alguma com a sua visão.

As pessoas tóxicas não gostam de aprender através dos demais já que,
para eles, não há nada que precisem assimilar; em suas mentes pensam
que são os outros que tem de aprender com elas, mesmo quando vivem
vidas miseráveis.

As pessoas tóxicas querem harmonia, felicidade, prosperidade e saúde,
discutindo, provocando conflitos, falando da infelicidade que as
circunstâncias externas provocam em suas vidas, da escassez, da morte,
da obscuridade, sem entender que existe apenas um caminho para a
evolução pessoal que é através da luz, da boa vontade e do
reconhecimento humilde dos erros cometidos para que possam ser
corrigidos, dentre outras coisas...

Todos convivemos com pessoas tóxicas, e analisar o grau de toxicidade
que nós temos em nossos modelos mentais e de comportamento
interpessoal, na maioria das vezes, isto constitui um ponto cego.... é
compreender que não temos consciência de que estamos de alguma outra
forma contaminados.

Porém, é muito fácil para você saber se está contaminado, observando
os sintomas da enfermidade espiritual:

- Perca da paz interior

- Discussões acaloradas fora de todo contexto racional e das boas maneiras.

- Incômodos físicos, dores de cabeça, dores musculares, dores de
estômago, enfim, qualquer dor em seu corpo está indicando a desconexão
da fonte adequada de energia e a conexão à uma fonte altamente tóxica
para sua saúde.

Existem tipos distintos de pessoas tóxicas e graus de toxicidade:

- Os Intimidadores: são as pessoas que discutem, sempre querem ter
razão, ameaçam, ofendem verbalmente e, no pior dos casos, partem para
a agressão física.

- Os Distantes: te ignoram, te transformam numa pessoa absolutamente
invisível, você simplesmente não existe. E, através de uma atitude
maquiavelicamente premeditada, te faz sentir um zero à esquerda. Essa
é a ideia: roubar sua atenção e energia.

- Os interrogadores: são os críticos audazes disfarçados no que, na
atualidade, se denomina "crítica construtiva" porém, no fundo, são
habilidosos em destruir pouco a pouco através de um questionamento
incessante sobre sua conduta, atos e maneira de ser para roubar sua
energia e fazer com que perca o valioso tempo para onde se deve focar
na realização de suas metas e objetivos importantes, fazendo com que
pareçam irrelevantes, quando realmente não são.

- Os "Pobre de mim..." (vítima) - São aqueles que desde que chegam a
um encontro ou reunião, não fazem outra coisa a não ser se lamentar de
uma situação pessoal, ou do país, das condições do clima, da economia,
dos pobres, dos ricos, do que seja! A ideia, neste caso, é fazer com
que você se sinta culpado com sua felicidade e que não se importa com
a realidade alheia ( a deles...). Demonstram um estado mental de
pobreza e insegurança, impotência diante da vida e das circunstâncias,
que não são capazes de assumir em sua totalidade, buscando atenção e
carinho, deixando o ouvinte completa e absolutamente sem energia para
desfrutar, viver e compartilhar de maneira natural, através de uma
troca saudável, construtiva e edificante.

A forma que temos para sair vitoriosos desses encontros tóxicos, é
estarmos preparados mentalmente para entender, e compreender, quais
são os jogos que estão, ou estamos, jogando e decidir se
participaremos ou não.

Assim, cairemos, ou não, em tentação com suas terríveis consequências.

Temos de entender que nossa paz é assunto nosso e não dos demais, que
para discutir é preciso duas pessoas e que, no pior dos casos, se
sentir que caiu involuntariamente em algum jogo, tomar consciência e
sair dele o mais rápido possível com a finalidade de melhorar sua
energia e a qualidade do encontro, assim como pedir desculpas, ou
perdão, diante de algum impropério ou imprudência, se faz preciso para
agir com base na boa conduta e costumes de pessoas civilizadas em uma
comunidade que quer prosseguir crescendo e evoluindo em conjunto e
fazer dos encontros momentos especiais para a vida e para a boa
recordação de momentos compartilhados.

Maria Tirone

 

Escrito por Castelani às 09h42
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04/01/2013


O bem não é o oposto do mal.



Ele nunca foi tocado por aquilo que é mal, embora esteja rodeado por ele. O mal não pode ferir o bem, mas o bem pode parecer fazer o mal e assim o mal fica mais sagaz, mais ardiloso. Ele pode ser cultivado, aguçado, expansivamente violento; ele nasce dentro do movimento do tempo, nutrido e habilmente usado. Mas o bem não está no tempo; ele não pode de modo algum ser nutrido ou cultivado pelo pensamento; sua ação não é visível; ele não tem causa e, por isso, não tem efeito.

O mal não pode se tornar bem porque aquilo que é bem não é produto do pensamento, está além do pensamento, como a beleza.

 

A coisa que o pensamento produz, o pensamento pode desfazer, mas não é o bem; como não está no tempo, o bem não tem lugar determinado. Onde o bem está, existe ordem, não a ordem da autoridade, de prêmio e castigo; esta ordem é essencial, pois de outro modo a sociedade se destruiria e o homem se tornaria mau, assassino, corrupto e degenerado. Pois o homem é a sociedade; eles são inseparáveis.

 

A lei do bem é eterna, imutável e duradoura. A estabilidade é sua natureza e, assim, ele é totalmente seguro. Não existe outra segurança.

 

- Krishnamurti Journal Ojai 14th April 1975

Extraído de: http://www.jkrishnamurti.org/pt/

 

 

 

Seleta de Krishnamurti › Bem e Mal, Luz e Trevas, Amor e Ódio, Céu e Inferno

 

 

O bem não é o oposto do mal. Se o bem nasce do mal, então o bem contém o mal. Consideremo-los mui cuidadosamente, (…) o que realmente ocorre externa e internamente. Quando são invejosos, vivam com esse fato, observem-no. (…) (La Llama de la Atención, pág. 62)

(…) Ser bom quer dizer também ser completamente honesto, o que significa que a pessoa se comporta, não de acordo com alguma moda ou tradição, senão com um sentimento de grande integridade - integridade que possui sua própria inteligência. Ser bom significa também ser total, não fragmentado. (Idem, pág. 63)

(…) Pergunto-me que é que você quer significar. Está o arbusto com seus muitos espinhos - chama você a isso de mal? É para você o mal uma serpente venenosa? Nenhum animal selvagem é mal - nem o tubarão nem o tigre. Que é então o (…) mal? (…) Algo que pode ocasionar uma tremenda aflição, um grande sofrimento? Algo capaz de destruir ou impedir a luz da compreensão? Chamaria você a guerra de mal? (…) (Tradición y Revolución, pág. 25)

(…) A resistência ao mal reforça o mal. Por isso, se a mente vive na bondade, não há resistência e o mal não pode alcançá-la. De modo que não há contenção ao mal. (Idem, pág.30)

Mas o desconhecido é a Realidade. O céu é um estado de desconhecimento; e o inferno é o estado de conhecimento. E nós estamos presos entre as duas coisas: o conhecer e o desconhecer. E como toda a nossa vida é um estado de conhecimento, tememos sempre aquilo que é o desconhecido. Deus, o Real, o céu, é o desconhecido. (…) (Poder e Realização, pág. 76)

(…) Só quando podemos ver toda a vastidão, a imensidão, a magnificência do céu, há a possibilidade de paz - e não quando simplesmente andamos no encalço da paz, o que representa atividade do pensamento, da mente. (…) (Novos Roteiros em Educação, pág. 169)

Escrito por Castelani às 17h01
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Perg.: Que é bem, e que é mal?

Krishnamurti: Por que pensamos sempre em termos de dualidade, (…) do oposto? Por que somos tão condicionados pelo pensamento (…)? (…) Por certo, se pudermos compreender o processo do desejo, compreenderemos esse problema (…) (Viver sem Confusão, pág. 61-62)

A divisão de bem e mal é uma contradição que existe em nós. Somos apegados ao bem, porque é mais agradável; e estamos condicionados a evitar o mal, porque é doloroso. Ora, se pudermos compreender o processo do desejo, (…) talvez sejamos capazes de ficar livres do conflito dos opostos. (Idem, pág. 62)

Ora bem, se podemos compreender o que é a virtude, o que significa que compreendemos o desejo, estamos libertos dos opostos; (…) Enquanto condenarmos o desejo, haverá o conflito dos opostos, do bem e do mal (…); enquanto resistirmos ao desejo, haverá o conflito da dualidade. (…) (Viver sem Confusão, pág. 63)

(…) Mas, se observarmos o desejo tal como é, sem nenhum critério de comparação, condenação, ou justificação, veremos então que o desejo se extinguirá. (Idem, pág. 65)

Por conseguinte, o começo da virtude é a compreensão do desejo. Manter-se no conflito dos opostos só significa fortalecer o desejo; e a maioria de nós não deseja entender o desejo em sua totalidade; gostamos do conflito dos opostos. Ao conflito dos opostos chamamos virtude, espiritualização, mas isso não passa de continuidade do “eu”; (…) (Idem, pág. 63)

Por que existe esse conflito no psicológico? Desde a antiguidade, e tanto social como religiosamente, tem existido uma divisão entre o bem e o mal. Existe realmente essa divisão? Ou só existe “o que é”, sem seu oposto? Suponhamos que há ira; esse é o fato, “o que é”, porém “eu não ficarei irado” é uma idéia, não é um fato. (La Totalidad de la Vida, pág. 204)

 

Interlocutor: Não compreendo bem como a mente se dividiu em amor e ódio.

Krishnamurti: Há o bem e o mal, a luz e a treva. A luz e a treva não podem coexistir. Uma destrói a outra. (Palestras em Ommen, Holanda, 1937-1938, pág. 65)

Se a luz é luz, então a treva, o mal, deixa de existir. O esforço é desnecessário, ele é então inexistente. Mas nós estamos em um estado de esforço contínuo, porque o que para nós é luz, não é luz (…)

Quando a vontade se destrói, espontaneamente, há então uma verdade que está além de todo esforço. O esforço é violência; o amor e a violência não podem coexistir. (Idem, pág. 65-66)

O conflito (…) não é uma luta entre o bem e o mal, entre o eu e o não-eu. A luta está em nossa própria dualidade auto-criada, entre os nossos vários desejos autoprotetores. Não pode haver conflito entre a luz e a treva; onde há luz, não há treva. (…) (Idem, pág. 66)

Isso são meras idéias, opiniões e, portanto, sem validade. (…) Onde há luz, não há treva. A escuridão não pode encerrar a luz; se o faz, não há luz. Onde existe ciúme, não existe amor. (…) O amor é chama sem fumo. (Comentários sobre o Viver, 1ª ed., pág. 130)

É considerado inteligente estar no conflito dos opostos: a luta entre o bem e o mal (…) ela é julgada necessária para a evolução do homem; o conflito entre Deus e o Demônio é admitido como um processo inevitável. Mas esse conflito entre os opostos conduz à Realidade? Não conduz, antes, à ignorância e à ilusão? Pode o mal ser transcendido pelo seu oposto? Não deve o pensamento transcender o conflito de ambos? (…) (O Egoísmo e o Problema da Paz, pág. 37-38)

Esse conflito entre opostos não conduz à virtude, à compreensão (…) Talvez esteja o criminoso, o pecador, mais próximo da compreensão do que o homem que alardeia virtude (…) (Idem, pág. 38)

O criminoso poderia vir a reconhecer o seu crime, havendo, portanto, esperança para ele, mas o indivíduo que se presume virtuoso, no conflito dos opostos, está simplesmente perdido na sua mesquinha ambição de vir a ser (…) (Idem, pág. 38)

 

Pergunta: Acreditais haver o mal no mundo?

Resposta: (…) Não estais consciente dele? Não são evidentes suas conseqüências (…)? Quem o criou senão cada um de nós? (Autoconhecimento, Correto Pensar, Felicidade, pág. 62)

Assim como criamos o bem, também criamos o mal, este, porém, em grande escala. O bem e o mal fazem parte de nós e de nós igualmente independem. Ao pensar e sentir com mesquinhez e inveja, cobiça e ódio, aumentamos o mal já existente, que então se volta contra nós e nos fere. (…) (Idem, pág. 62)

Os opostos não se podem fundir, eles devem ser ultrapassados pela dissolução do desejo. É preciso meditar e sentir plenamente cada um dos opostos, (…) porquanto será assim que despertaremos uma nova compreensão não resultante do anseio ou do tempo. (Autoconhecimento, Correto Pensar, Felicidade, pág. 63)

O mal que há no mundo, assim como o bem nele existente, é fruto de nossa contribuição (…) A sabedoria está no perceber a causa do mal e do bem, pois, compreendendo-a, desembaraçaremos dela o pensar e o sentir. (Idem, pág. 63)

 

Escrito por Castelani às 17h00
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Pergunta: É óbvio que uma pessoa deve conhecer o mal, para poder conhecer o bem. Isso implica (…) evolução?

Krishnamurti: Precisamos conhecer a embriaguez para conhecer a sobriedade? (…) Precisais passar por guerras (…) para saber o que é a paz? Ora, essa é uma maneira de pensar totalmente errônea. (Claridade na Ação, pág. 141)

Mas há progresso psicológico, evolução psicológica? Pelo processo de evolução através do tempo, pode o “eu”, centro do mal, tornar-se nobre, bom? Não pode, está visto. O que é mau - o “eu” psicológico - há de permanecer sempre mau. Mas não queremos olhar esse fato de frente. Pensamos que, no processo do tempo, no crescer e transformar-se, o “eu” se tornará, no fim, realidade.(…) (Idem, pág. 142)

(…) Em tudo isso, o mal é a total falta de autoconhecimento. Temos medo de nos conhecermos porque nos dividimos em fragmentos bons e maus, ignóbeis e nobres, puros e impuros. O “bom” está sempre a julgar o “mau”, e esses fragmentos vivem em guerra uns com os outros. (…) Essa fragmentação da vida em “alto” e “baixo”, “nobre” e “ignóbil”, “Deus” e “Demônio”, gera conflito e dor. (A Luz que não se Apaga, pág. 98-99)

Tendes toda a razão (…) Quando cessa o ódio, nasce o amor. O ódio só pode cessar quando lhe prestais toda a atenção, quando estais aprendendo, e não acumulando conhecimentos a seu respeito. (…) (A Luz que não se Apaga, pág. 96)

 

Pergunta: Qual deveria ser minha atitude para com a violência?

Krishnamurti: Cessa a violência pela violência, o ódio pelo ódio?

O ódio gera ódio, má vontade gera má vontade. Muito freqüentemente, em nossas relações mútuas, individuais ou sociais, o espírito de represália produz somente mais violência e mais antagonismo. (Palestras em Ojai e Saróbia, 1940, pág. 74-75)

O espírito de vingança é predominante no mundo. Sentimo-nos poderosos sendo violentos. (…) O mundo ao nosso redor está nessa condição febril de ódio e violência, por causa da sua força astuta e deliberada, e, a menos que nós, nós próprios, nos libertemos do ódio, somos facilmente arrastados pela brutal correnteza. (…) Compreendendo a causa do ódio, nasce o perdão, e a bondade. O amor e a compreensão surgem pelo apercebimento constante. (Idem, pág. 75-76)

O ódio não é dissolvido pela experiência, nem por nenhum acúmulo de virtude, nem pode ser dominado pela prática do amor. Tudo isso apenas encobre o medo, o ódio. Apercebei-vos disso, e então haverá uma tremenda transformação em vossa vida. (Palestras em Ommen, Holanda, 1937-1938, pág. 58)

(…) O ódio não pode ser destruído pelo ódio, embora muitos dentre vós gostem de ocultar o ódio sob palavras que soem agradavelmente. Não podeis matar para ter paz e ordem; para terdes paz, precisais criar paz em vosso íntimo e nas relações mútuas com outrem, que são a sociedade. (Palestras em Ojai e Saróbia, 1940, pág. 29)

 

Escrito por Castelani às 16h59
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Pergunta: Não pensa o senhor haver na vida um princípio de destruição, uma vontade cega, (…) independente do homem, sempre latente, pronta para entrar em ação (…)?

Krishnamurti: Sabemos, com certeza, da existência em nós dessas duas faculdades opostas: a de destruir e a de criar, de ser bom e de ser maléfico. (Autoconhecimento, Correto Pensar, Felicidade, pág. 111)

Que é que nos faz destruir? Que é que nos torna coléricos, ignorantes, brutais? Que é que nos impele a matar, a buscar vingança, a enganar? É uma vontade cega, qualquer coisa sobre a qual não temos domínio nenhum - chamemo-la “demônio” - uma força do mal independente, ou uma ignorância incontrolável? (…) (Idem, pág. 111)

(…) Podemos ainda dizer existir em nós, em estado potencial, a maldade, poder em si mesmo destruidor; que, embora possamos ser afetuosos, generosos, compassivos, esse poder (…) impessoal busca uma erupção ocasional. (…) (Idem, pág. 112)

Será exata tal conclusão? Não podemos, pela compreensão de nós próprios, perceber as causas interiores que nos levam a criar e a destruir? Se primeiro clarearmos a confusão existente na camada superficial da mente consciente, as camadas mais profundas da consciência, com seu conteúdo, poderão nela projetar-se (…) (Idem, pág. 112-113)

Ocorre o esclarecimento da camada superficial quando o pensamento-sentimento já não se identifica com o problema, mas permanece apartado dele, e, por conseqüência, em condições de observar sem comparação ou julgamento. (…) (Idem, pág. 113)

Um dos nossos problemas fundamentais alude à escolha entre “o bom” e “o mau”. Escolha significa conflito, e o conflito, sem dúvida, é um elemento destrutivo, desperdício de energia. Conhecemos esse conflito existente em nossa vida de cada dia, essa luta incessante para conservar “o bom” e evitar “o mau”; (…) parece-me não só dissipação de energia esse conflito, mas também destrói o impulso criador. (…) (Visão da Realidade, pág. 170)

Vemos, pois, que o conflito entre “o bom” e “o mau” é destrutivo, causador de degeneração, como o são todos os conflitos; e é possível não termos mais o conflito entre “o bom” e “o mau”, e conservarmos sempre “o bom”, sem intromissão do elemento escolha? (Visão da Realidade, pág. 171)

Ora, é possível ação sem conflito de espécie alguma? Sem dúvida, tal ação só é possível quando amamos aquilo que fazemos; (…) Não sei se já notastes que, quando gostais de fazer certa coisa, não há conflito nenhum, a ação está completamente livre de elementos contraditórios; (…) (Visão da Realidade, pág. 172)

É possível, pois, amarmos “o bom” e não termos esse incessante conflito entre “o bom” e “o mau”? Notai: Não há método nenhum para isso. (…) O mais importante é dar à mente a possibilidade de estar suficientemente quieta, para ser capaz de receber o que é verdadeiro. (…) (Idem, pág. 173)

O desejo é energia, e quando o consideramos como coisa má, que é necessário reprimir, controlar, moldar de acordo com as sanções da religião e da sociedade, o desejo se torna destrutivo - o que não significa devamos ceder a toda e qualquer forma de desejo. (…) Na energia criadora está contida uma vida repleta do “bom”, uma vida de onde não está ausente o eterno; tal vida, porém, só é possível quando compreendemos, por inteiro, o processo do conflito. (Visão da Realidade, pág. 173)

Existe conflito enquanto existe o “movimento para fora”, do desejo, que, encontrando frustração, se recolhe. (…) “O bom” só pode tornar-se existente quando a mente está de fato muito tranqüila, e só pode vir essa tranqüilidade havendo abundância de energia. (Idem, pág. 174)

Deixemos as escrituras fora desta discussão; porque, quando começais a mencionar as escrituras em apoio de vossas opiniões, estai certo de que o Demônio também poderá encontrar textos, na escritura, para apoiar o ponto de vista inteiramente oposto! (Palestras em Adyar, Índia, 1933-1934, pág. 40)

As religiões organizadas (…) Talvez vos lembreis da história acerca do Diabo, que andava a passear com um amigo. Viram um homem à sua frente inclinar-se e apanhar alguma coisa no chão. Quando a apanhou e a olhou, tinha no rosto uma grande alegria. O amigo do Diabo perguntou a este o que é que o homem apanhara, e o Diabo respondeu: “Foi a verdade”. O amigo disse: “Isto é muito mau para ti, não é?” E o Diabo respondeu: “De modo nenhum, vou ajudá-lo a organizá-la (…)” (O Mundo Somos Nós, pág. 85)

 

Extraído de: http://www.krishnamurti.org.br/?q=node/664

 

Escrito por Castelani às 16h58
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27/11/2012


http://www.grandefraternidadebranca.com.br/index2.htm

Rádio Internet - ao Vivo

Escrito por Castelani às 09h47
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30/07/2012


LIMPEZA DE ENERGIAS NEGATIVAS

 

"EU ordeno a RETIRADA de minha mente de crenças, conceitos, pensamentos, imagens, frases, pessoas negativas e TUDO que me limitou até aqui em meu crescimento moral, pessoal e financeiro.

Se há algum inimigo, encarnado ou desencarnado querendo me atingir, seja repreendido neste momento, pq na minha vida não há lugar para eles. Abençoe, abençoe, abençoe!

Coisas maravilhosas chegam a minha vida neste momento, neste dia e pela eternidade.

Eu conquisto os meus objetivos com facilidade.

Vivo minha vida com calma, serenidade e harmonia comigo e com todo o universo.

Agradeço tudo que sou e tudo que tenho. Sei que o Poder Divino é ilimitado e que Deus está comigo em todos os lugares. 

Reconheço que sou um espírito em constante movimento de evolução.Escolho agora meu progresso físico, mental, emocional e espiritual e agradeço por meu estado de bem-aventurança.

Sou feliz porque consigo sempre o que preciso e em abundancias.

DENTRO DE MIM ESTÃO QUALIDADES, COMPETÊNCIA E INTELIGÊNCIA QUE ME FAZEM A VIDA FELIZ, REALIZADA E AMPLA. sUPERO QUALQUER TIPO DE OBSTÁCULO. 

DIANTE DE MIM SE DESENHA UM FUTURO DE MUITA AÇÃO, CONSTRUÇÃO E ALEGRIA.
AS OPINIÕES DOS OUTROS SÃO MULETAS. QUEM TEM PERNAS FORTES, COMO EU, NÃO PRECISA DE MULETAS.

SURPRESAS MARAVILHOSAS CHEGAM AGORA EM MINHA VIDA.

É MARAVILHOSO COMO EM TODOS OS MOMENTOS ESTOU MAIS FELIZ

OBRIGADO OBRIGADO OBRIGADO!!"


OBS. faça durante 7 dias, se falhar algum dia, recomece.

Se sentir-se mal ou turbulências, mantenha a calma, são limpezas energéticas!

Escrito por Castelani às 11h46
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BRASIL, Sul, UMUARAMA, ZONA I, Homem, de 46 a 55 anos, Portuguese, Esportes, Gastronomia, Esotérico
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